De tudo da vida, de nada de nós
Grandes amarras, tênues laços
Vivências de cenas, painéis vivos
Do contra, das paredes pintadas
Os nós do cais na atracação...
Rebenta as águas no casco
Do navio o balanço constante
Traços e linhas que tecem o tempo
Na nossa construção repleta de nós
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