Voltando ao ninho
Ao sabor dos encantos, ao redor das belezas
Vejo o mundo não pelas frestas da tristeza
Mas pelo reluzente brilho do sol, pelo bater
do mar nas encostas marítimas, o encontro
das águas nos rios da natureza, nos rios da vida
No topo das ilusões, vaidades se vão e levam
Contornos doídos da alma, essência do tudo
Completude de coisas, de cacos, estilhaços
Mosaicos rendados de vida que pulsa
Que exagera no tom e segue em frente
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