Do peito desnudo da mãe de leite
Jorra amor por todos os alimentados
Do banco de madeira da fazenda
A visão de um mundo distorcido
Pelos homens, pelo ontem, pela vida
Pelas frestas entra a luz que se pode ver
Mundo distorcido girando como pião
Barbante que faz a ponta riscar o chão
Riscado brocado pelas diferenças
Feita pelos homens, pelo mundo, pela mão
Peito que jorra o leite branco como a neve
Que mesmo na sombra oferece vida, alimenta
Acolhe, acaricia, os embalados na casa grande
Sem distinção ama de leite faz seu trabalho
Gira pião, vagueia pelo solo, faz seus riscados
Afina a ponta, entrelace os riscados ...
Deixe seus volteios para a história contar.
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