Moleque faceiro, da hora, da estrada...
Moleque fagueiro, sapeca e de valor
Moleque! sapeca saltitante as gírias
Aprendidas no abandono, no desprezo
Dos homens preocupados em acumular
Moleque, reclama o que não teve...
O pão que lhe tiraram da mão...
Moleque! reclama da falta de escola
Cadê educação? Não sobra quase nada!
Menos a alegria da criança, pois é de graça
Moleque! reclama do que não teve...
Fala o que procura, grita ao mundo
Que ainda não recebeu o seu quinhão!
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