domingo, 26 de maio de 2013

Pela janela

Passa o cotidiano, todos passam...
A carroça carregada de garrafas
O menino com o uniforme escolar
Transporte repleto de gente...
O sol ainda tímido não sorriu
Vejo o rio que passa  estreito
Sujeito dos desatinos dos homens
Que no seu leito sujeiras depositam
Da janela...Ah! da janela... cenas...
Do carinho dos namorados, afetos
Desaforo dos atrevidos, da doçura
Dos que trazem o bem no coração
Surgem as cravas dos maldosos
A leveza dos humildes, e aparece
Uma  bandeira tremulando longe, mas..
Onde se pode ler a palavra Esperança

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